Está à venda em um site de leilões a estátua do ranger Tex Willer, um produto artesanal feito à base de resina. O boneco possui 35 cm de altura. Cada peça está à venda por R$ 350,00.
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Verônica Saiki é artista plástica formada pela FADM, Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, de Brasilia. Atuante em atividades como ilustração de livros, escultura, pintura e criadora do personagem Verdugo, o inacreditável. Batalhadora incansável, Verônica adora histórias em quadrinhos. Nessa excelente entrevista, ela nos fala um pouco sobre sua trajetória:
A McFarlane Toys acaba de produzir vários bonecos baseados nos personagens da série Lost. Cada um deles vem acompanhado de acessórios relacionados ao personagem. São bonecos com ótimo acabamento e com semelhança perfeita com os protagonistas. A McFarlane Toys é simplesmente a melhor empresa desse ramo de brinquedos.
Por: Alex Sampaio*Sob um aspecto mais amplo, a discussão em relação aos meios de comunicação na nossa sociedade, traz consigo implicações culturais, econômicas e políticas de maneira mais sugestiva do que pensamos. Nela, a televisão ocupa o lugar de destaque. A influência da TV nos lares brasileiros é notória. Sendo assim, outros veículos quase que não conseguem se sobressair junto ao grande público.
Todavia, em face de tal conjuntura, vemos o quanto é difícil chamar a atenção através de outros meios. As revistas como um todo, sofrem para alcançar novos consumidores. Os quadrinhos vivem minguando leitores e suas vendas caem ano após ano. Informação e cultura constitui privilégio de poucos. A economia gira em torno de interesses próprios, sejam políticos, ideológicos ou meramente comerciais.
Muito se fala sobre um mercado organizado de distribuição e controle de quadrinhos, onde poderia haver uma democratização do que se publicaria e conseqüentemente haveria uma abrangência maior. Já houve muito estardalhaço provocado por parte do Governo sobre leis que regularia o mercado cultural, onde verbas e incentivos favoreceriam o artista nacional. Na verdade, nunca houve sequer o interesse por parte dos grandes veículos de comunicações em promover uma ampla discussão em torno do projeto.
A ANCINAV, por exemplo, poderia estar propondo não exatamente o controle da produção cultural do país, e sim, incentivo aos pequenos projetos edificados em minúsculas salas de criação, garantindo assim, uma modernização na arte com amplitude em vários seguimentos. Nesse contexto, os quadrinhos se enquadrariam. Na análise geral, a ANCINAV, não deve só fiscalizar o setor e sim, fazê-lo funcionar. Na verdade, o objetivo da ANCINAV, seria fomentar a indústria do setor e o cumprimento da nova lei , e nunca, fiscalizar de maneira ditatorial, o conteúdo artístico dos projetos. Outro agravante na criação da ANCINAV, é que o nosso Presidente Lula, determinou que somente fossem ouvidos, os representantes do setor da produção de música, cinema, teatro, radio e TV, e daí, seria dada a partida para as discussões para a criação do projeto. Nesse contexto, os representantes das histórias em quadrinhos ficaram de fora das discussões e sem voz no Ministério. O Ex-Ministro Gilberto Gil, que participava dos estudos da ANCINAV, e que já afirmou ser leitor de gibis, nem se lembrou de convidar os artistas da 8º arte na hora de definir metas na sala de reuniões. Incrível!!
Para um bom entendedor, todo projeto deve ser elaborado a partir de uma ampla discussão, com participação de todos os setores da sociedade, através de um processo gradual e democrático. Nesse sentido, participariam Associações de Classes, Sindicatos de Categorias, Organizações de Apoios, Profissionais Liberais, Escolas de Artes, Faculdades, Universidades e veículos interessados. Fora isso, tal discussão ficaria gerida de forma unilateral, favorecendo sempre os meios que detêm o controle de grandes empresas de informação, cultura e entretenimento. Os que realmente precisam de apoio financeiro sempre ficam rejeitados.
O centro do projeto implicaria na mudança de estratégia de apoio, a diversificação de distribuição de verbas públicas, gerando fonte de receita à todos os setores culturais, multiplicando assim, a estrutura da comunicação. Vale uma reflexão acerca da interatividade junto aos seguimentos da sociedade, com abrangência também com os produtores independentes, selecionando e financiando novas idéias, novas realizações, motivando novas tendências e conceitos. Isso feito, a democratização da produção estaria em evidência. Com certeza os efeitos positivos viriam a médio e longo prazo, com soluções adequadas visíveis, como uma necessidade social.
* Alex Sampaio é editor do fanzine Made in Quadrinhos, colecionador de gibis e colunista do blog.



As dez HQs mais caras do mundo1º. Action Comics Nº 1: US$ 1.390.000,00
2º. Detective Comics No.27: US$1.380.000,00
3º. Superman No.1: US$ 671.000,00
4º. All-American Comics No.16: US$ 430.000,00
5º. Detective Comics No.1: US$ 405.000,00
6º. Marvel Comics No.1: US$ 367.000,00
7º. Batman No.1: US$ 359.000,00
8º. More Fun Comics No.52: US$ 316.000,00
9º. Flash Comics No.1: US$ 289.000,00
10º. Amazing Fantasy No.15: US$ 280.000,00
Fonte: Telegraph

Pelo simples fato de serem personagens de desenhos animados, muitas vezes a feiúra dessas figuras passam despercebidos pelas pessoas, mas na realidade se estes personagens existissem na vida real espantariam qualquer mulher. Para compor a lista foram selecionados apenas desenhos com características humanas, ficando excluídos monstros, animais e etc.. Confira os dez mais feios.

As tiras são protagonizadas pelos amigos Tim e Tom, dois jovens em fase de descoberta da orientação homossexual e que, como os garotos da mesma faixa etária, vivem e experimentam a sua sexualidade.
Ainda são poucos os quadrinhistas que se arriscam na temática gay. O autor cita nomes como Laerte e Adão Iturrusgarai que, de modos diversos, tratam do tema já há algum tempo.



As fotos que compõem estas imagens passariam despercebidas se não fosse por um detalhes: todas elas são pinturas.Personagens do mundo dos quadrinhos contribuem mais uma vez na elaboração das pinturas, enriquecendo a arte.
As pinturas realistas são feitas com a intenção de torná-las mais fiéis possíveis à realidade, mais até do que uma fotografia. Na sequência, várias imagens de artistas, como: Robert Bechtle, Charles Bell, Alyssa Monks e Richard Estes.
O site de coleções Sideshow Collectibles colocou a venda a estátua da personagem de Sarah Connor do filme Terminator 2. A figura colecionável representa cerca de 28 centímetros de altura e apresenta nova imagem esculpida por inteiro, com detalhes da musculatura do braço, bem como a escultura de cabelo detalhada. Outros detalhes interessantes da estátua, são a semelhança de Linda Hamilton como Sarah Connor, o braço de borracha, escultura detalhada de cabelo com franja intercambiáveis, dois pares de mãos intercambiáveis, 28 pontos de articulação, Calça com cinto tático e bolsas, Óculos, Cigarro, rifle com silenciador e plaqueta com Sarah Connor e o logotipo do filme. Tudo isso pela bagatela de US $149.99 cada peça
Super-heróis com nome brasileiro lutando contra vilões perigosos em plena Floresta Amazônica. Trata-se da HQ Amazon – Guerreiros da Amazônia – O templo da luz, primeiro livro da trilogia que contará as aventuras desses novos super-heróis brasileiros. Criado por Ronaldo Barcelos, sócio da produtora carioca RJR Produções, o livro, com ilustrações de Ronaldo Santana, chega às livrarias por meio da editora Litteris.