
Notícias, entrevistas, dicas, reportagens, comentários e um mundo de informações sobre quadrinhos.
7/26/2010
Unesco lança gibis

7/23/2010
Marvel divulga capas sobre lendas vampirescas
7/21/2010
Ziraldo inaugura exposição

Motivado por amigos, Ziraldo deu início à produção sobre tela com a transposição de cartuns de super-heróis que fizeram sucesso no passado. Logo, começou a brincar também com os heróis da pintura, fazendo releituras de Picasso, Velázquez e Goya, entre outros. No total, estão expostas 44 telas.
7/07/2010
Mulher Maravilha ganha novo visual
Agora, as pernas de Diana não ficarão mais à mostra, já que o mini-shorts de estrelas foi substituído por uma calça escura super colada. O modelo das botas também mudou e elas são da mesma cor da calça.
Além das pernas, o artista Jim Lee, decidiu cobrir os ombros da heroína com uma jaqueta azul.
Os cabelos, que já foram longos, agora estão mais curtos e repicados nas pontas, dando um ar jovial.
De acordo com J.Michael Straczynski, o novo roteirista da história em quadrinhos, a ideia é trazer a super-heroína mais para o século 21, já que sua roupa não mudou muito desde sua estreia, em 1941.
7/05/2010
A arte dos brasileiros no mercado americano

Não é apenas através de revistas nacionais que os desenhistas brasileiros têm chegado às bancas. Depois de se tornarem a mão de obra barata preferida pelas editoras americanas, os desenhistas nacionais estão se fortalecendo como profissionais.
A lista de brasileiros desenhando para o mercado americano é bastante extensa e, a cada dia é mais comum encontrar-se nos créditos de uma HQ, um nome brasileiro em sua versão americanizada. Um dos pioneiros da invasão tupiniquim dos quadrinhos de super-heróis foi Mark Campos ( Marcelo Campos ), que desenhou as revistas da Liga da Justiça. Infelizmente em seu trabalho para a DC Comics ele não mostrou o mesmo talento que revelou ter na série Quebra Queixo, publicada na revista Pau Brasil.
Depois de Campos, vieram outros que se adaptaram melhor às exigências do mercado norte-americano, justamente por serem capazes de transformar seus desenhos de acordo com o estilo mais popular daquele país, que é o super-heróis. O caso exemplar é o Roger Cruz ( Rogério Cruz ), o plagiador mais competente do estilo americano Joe Madureira. Tendo alcançado bastante sucesso com a série X-Men e com HQs para a Image Comics, e inclusive fez uma ótima parceria com Joe Bennet em uma HQ do Surfista Prateado.
José Benedito destacou-se com a série Ravage 2099, na qual mostrou um traço dinâmico, que explorava o contraste preto e branco. No especial De Volta a Era de Apocalipse, Joe Benneti nos brindou com desenhos que misturam elementos do estilo Jim Lee e Joe Madureira.
Em se tratando de mercado americano o desenhista brasileiro com melhor desempenho é Mike Deodato, cujo o trabalho nós acompanhamos na revista Marvel 98 e muitas outras vieram depois. Filho de um renomado quadrinhista brasileiro, Deodato conseguiu se estabelecer com seu estilo pessoal, transformando personagens como Mulher Maravilha e o Poderoso Thor em sua marca registrada de sucesso.
Embora exista uma dezena de desenhistas brasileiros trabalhando para editoras americanas, a verdade é que nenhum deles cria os roteiros das HQs, que chegam as suas mãos já traduzidas. O argumento da barreira linguística não cola. A verdade é que as editoras americanas só estão interessadas em mão de obra barata e que aceite prazos sufocantes e se adapte facilmente aos estilos deles.
* Wellington Scbek é estudioso de quadrinhos e colaborador de diversos zines que circulam pelo país.
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